quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Einstein...

Não sabia que o A. Einstein tinha dito isto, mas tem toda razão...


domingo, 28 de outubro de 2012

Downtown...

Não sei onde é este downtown, mas pela apresentação vale a pena lá ir. Digo mais, se o uptown é o que se vê, o downtown imaginem!!!
Assim andava todos os dias de bicla, desapareciam as dores todas...


segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Rota Vicentina...

A associação Casas Brancas com o apoio de diversas entidades oficiais, criou dois percursos na costa alentejana e costa vicentina - Caminho Histórico e Trilho dos Pescadores. O Caminho Histórico liga Santiago do Cacém ao Cabo de São Vicente, percorrendo caminhos rurais, passando pelas principais vilas, atravessando serras, vales, rios e ribeiras, numa verdadeira viagem pelo tempo, com 340 kms. Pena é que não ande mais junto da costa.
O Trilho dos Pescadores é um percurso junto à costa Vicentina com inicio em Porto Covo e fim no Cabo de São Vicente e que segundo os promotores apenas se percorre a pé. Será? Será que não dá para fazer de bike? Deve ser espectacular.
De referir que esta associação tem os trilhos praticamente sinalizados o que será sem dúvida uma excelente ajuda para um passeio fabuloso.
Quem sabe se um dia quando a vontade nos atacar com força se faça um destes percursos. Saibam mais aqui: http://www.rotavicentina.com/pt/






quarta-feira, 10 de outubro de 2012

sábado, 6 de outubro de 2012

Há dias assim...

Depois de vários adiamentos, o dia da Implantação da República, o último que comemoramos (se estes governantes de merda não se forem embora), foi a data escolhida para o nosso passeio anual conjuntamente com o Pessoal da Treta, na zona da Lagoa de Óbidos.
Encontro como sempre nas Caldas, às 9h 30m lá partimos para a volta higiénica de cerca de 50 kms, com o gps a indicar caminhos que só existem no Google maps. Ainda não tínhamos começado a pedalar e logo uma "cavilha = prego" com 5 cm furava o pneu traseiro. Qual gel qual quê! Depois de substituída a câmara, alguns metros andados e nova paragem, o pneu queria saltar do aro. Sem dúvida um começo em grande. Rumo a Óbidos não sem antes termos que saltar uma vedação duma pedreira. Normal, é sempre assim todos os anos e como tal já faz parte da volta.
Chegados a Óbidos uma exposição sobre o Egipto (pirâmides, faraós, etc) e após uma conversa um pouco estranha lá consegui que o porteiro, egípcio, nos deixasse tirar uma foto à frente da entrada. Mais um pouco de linguagem gestual e lá o pus a tirar a foto que se segue.
A volta lá continuou, pelo caminho apanhámos um betetista solitário que nos acompanhou e que conhecia os trilhos, antes da Lagoa.
Até à Foz do Arelho nada a registar e depois da foto da praxe, eu o Vitor e o Bruno decidimos atravessar a Lagoa pela água. Após consulta a alguns apanhadores de "cricos" fomos obrigados a desistir porque segundo eles na zona do canal a profundidade era "grande". Entretanto O João, o Rui e o Lobo tinham regressado. A contragosto e derrotados por meio metro de água, fizémos o caminho de regresso.
No Arelho as costas começaram a berrar e a dizer que não aguentavam muito mais, apesar do bom resultado das fitas kinésio. Muito a custo continuei com a companhia do Vitor e do Bruno, até que decidi seguir sozinho porque a situação se ia agravando. E muito pior ficou, quando sem razão aparente a má disposição me atacou, resultante de profunda desidratação. Paragem numa tasca, 0,5 litro de água e nada. Continuei, nauseado, quando de repente surge a salvação: o Bruno veio buscar-me de carro. Banho, gel, bebida isotónica e nada. Direitos ao restaurante, que a tiborna de bacalhau arrefecia, fiquei no carro a descansar, enquanto os outros comiam e bebiam. Mais uma coca-cola e uma banana e finalmente a coisa melhorou.

Ainda entrei no Solar dos Bons Amigos, mais para descansar a cabeça dum dj que durante todo o tempo só cantou e passou música pimba, dos quais destaco os grandes êxitos "Quem será o pai da criança", "A  vida que eu escolhi" e outras que tais. 
Despedidas e a combinação de novo passeio desta vez em Sintra.
À hora que escrevo este post as costas continuam mal e as pernas berram com caimbras. Conselho: nunca atinjam os limites do vosso corpo. Não ganhamos nada e ficamos em muito mau estado.
Conclusão: Há dias de manhã que um homem à tarde não pode sair à noite!

domingo, 23 de setembro de 2012

Fomos à DBR...

Tal como prometido o ano passado, voltámos à Douro Bike Race, prova que colocou mais uma vez à prova todas as forças físicas e mentais dos riders participantes neste excelente evento. Fomos dois, os elementos do Por Maus Caminhos - Rui Ventura e Vladimiro Casaleiro - a participar no nível "adventure", constituído por duas etapas, num total de 140 km, com mais de 5000 m de acumulado.
No 1º dia da adventure, com a serra do Alvão como pano de fundo já se adivinhava um dia bastante duro, com 90km para percorrer e 3200 m de acumulado. Subida, subida e mais subida, foi o que fizemos nos perto de 30 km iniciais que deram para aquecer bem as pernas até ao 1º abastecimento. Aqui com a banca bem recheada de frutas, barras, bebidas, bolos e muito boa disposição de todo o STAFF, fomos repondo algumas energias e falando do que ainda estava para vir. 
Alguns dos mais conhecedores do percurso comentavam que o pior ainda estava para chegar. Sempre a tentar dosear bem a cadência para que não fossemos surpreendido pelo cansaço antes do tempo, lá íamos apreciando as paisagens deslumbrantes da magnífica serra do Marão e assim tentar não pensar nos kms que ainda faltavam percorrer.
Feito o 2º abastecimento, aí a situação começou mesmo a piorar, trilhos bastante técnicos com tanta pedra que obrigou a muitos participantes a fazerem descidas à mão e subidas com a bike às costas durante alguns Kms. Várias reparações mecânicas, substituição de câmaras foram uma constante. Dureza, era a palavra mais apregoada por todos, mas BTT é isso mesmo, suor e sacrifício. Nesta altura o cansaço já era mais que notório, algumas cãibras começavam a fazer mossa, isto porque descurámos os alimentos sólidos, comprometendo a restante da prova.
Último abastecimento e foi altura de fazer a pausa mais longa para recuperar forças e repor os alimentos necessários. Muitos eram os que já estavam deitados e sentados pelo chão a considerar a desistência na prova. Mesmo com alguma dificuldade lá continuámos para os últimos 30km apreciando as vistas e falar de alguns pontos de passagem como a ponte de arame, as Fisgas de Ermelo e o famoso Rock Garden que tanto atormentou muitos dos atletas com as suas perigosas rochas.
Finalizado o primeiro dia com um real empeno era hora do merecido descanso com uma boa e fresca cerveja Mahou que por sinal era bem boa para preparar e recuperar para o dia seguinte.
Dia 2 - Serra da Aboboreira, etapa mais curta de 50 km e 2000 m de acumulado, mas mesmo assim muito dura. Etapa muito mais ciclável que a anterior, com paisagens soberbas sobre Amarante e várias descidas fantásticas com bastantes single tracks. O defeito das descidas é que primeiro tem que se subir e neste caso muito.
Mais uma DBR concluída, bastante sofrida, mas com um sorriso bem aberto por ter conseguido terminar sem problemas de maior. Para 2013 talvez a EPIC mas para isso a preparação terá que ser melhorada.
Não posso deixar de mais uma vez dar os parabéns a todo o staff que contribuíram para o sucesso desta prova e fizeram das “tripas coração” para que tudo corresse a 100%. PARABÉNS A TODOS e até 2013.

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Katee...